14 de ago de 2019

Como Foi Fazer "Detox" de Redes Sociais

 Tudo começou no ínicio de maio, em que minha saúde fisíca e mental estava um pouco esgotada devido a enorme correria do dia a dia, então pensei em que hábitos poderia fazer para melhorar e tornar minha vida. Por incrível que pareça, tirar as redes sociais foi minha primeira opção e deixe-me explicar o porquê:


 Sabe aqueles aplicativos que você baixa só por ter? Era o meu caso com o "Antisocial", um app que monitora quanto passo em cada rede social. Um dia aleatório abri o meu e me toquei que gastava mais de 3 horas EM UM DIA em redes sociais. De inicio isso me assustou bastante, e para meus dias rederem mais, decidi cortar por um mês o Twitter, Pinterest, Instagram e Facebook. E vou fazer uma declaração mais chocante ainda (que choca um total de 0 pessoas) foi uma experiência maravilhosa.

 No começo sentia que aos pouquinhos, estava perdendo todos os resquícios de vida social que eu tinha. Era como se perdesse todas as atualizações sobre a vida de TOOODO MUNDO, e isso me assustava. Ao longo dos dias, a necessidade daquilo foi se esvaindo aos pouquinhos e lá pro dia 10 de junho já não fazia mais diferença nenhuma na minha vida.

 Alguns hábitos que mudaram junto:

1. Ter dias mais produtivos.
 2. Praticar mais atividade física.
 3. Ligar mais invés de mandar mensagens.
 4. Ouvir audio books.
 5. Estar mais presente no Spotify como forma de me ocupar.
 6. Ver mais meus amigos pessoalmente (para me contarem as novidades).
 7. Parar de me comparar com o mundo o tempo todo.
 8. Aproveitar mais minhas viagens.
 9. Me incentivar a mudar outros hábitos por estar dando certo.
10. Um tempo que não sabia que existia.

 Um app que usei para administrar todos dias (se usava ou não) foi o HabitHub, que me ajudou bastante a me manter sã durante esse processo louco hahah.




 Fiz um vídeo como complementar desse post explicando melhor, espero que gostem:





 Já passaram pela experiência? Pensam em fazer? Posso afirmar que valeu a pena demais! :)
Beijão!

9 de ago de 2019

Resenha de The Umbrella Academy! - Viciei

Depois de passar muitos dias sem nada para ver na Netflix, comecei a fuçar desesperadamente por alguma série que suprisse minha necessidade por alguma novidade nessas férias, foi ai que rondando o catálogo encontrei "Umbrella Academy" yay.
  Não vou mentir, de início achei o nome ridículo. Mas não sei porque, passou uma vibe Desventuras em Série quando assisti o trailer (depois de ter terminado, ainda tenho essa sensação), mas ao longo dos episódios percebi que faz todo o sentido, incluindo as lindas artes que aparecem durante as aberturas.

Leia também:

 (+) Séries de Comédia Pouco Conhecidas 1 (Clicando aqui)

 (+) Séries Pouco Conhecidas de Comédia 2  (Clicando aqui)

 (+) 5 Séries Para Maratonar!  (Clicando aqui)

 (+) Filmes Adolescentes Clichês Para Assistir!  (Clicando aqui)
 (+) O que vi nas últimas férias? (clique aqui)


 Logo de início somos apresentados a entender a formação dessa família de super-heróis (lembrando que todos são adotivos e nenhum tem alguma ligação de sangue). Tudo começou em 1989,  43 crianças ao reder do mundo nasceram de forma inexplicável, então o bilionário Reginald Hargreeves adotou o máximo que conseguiu, 7 deles.
 Alguns fatos heroicos são mostrados, com a exceção de Vanya, a número Sete, que não apresenta nenhum dom como seus irmãos. No velório de seu pai, cinco deles se reuniram, e em seguida somos informados da morte de Seis e Cinco aparece vindo do futuro querendo prevenir um apocalipse.


  Dentre os poderes, Luther tem super força, Diego habilidades de arremeço, Allison consegue alterar a realidade por hipnose, Klaus pode entrar em contato com os mortos, Ben possui tentáculos e Cinco tem a habilidade de teletransporte, sendo assim, Vanya é apresentada como "a excluida" do grupo.



  No início me encontrei completamente perdida em relação a grande quantidade de personagens apresentados, mas ao longo do minuto 20 fui me situando do roteiro. A série ganha um ritmo maior a partir do momento que Cinco aparece (meu personagem favorito) e o fato de ser inspirada em uma HQ é muito interessante e que chamou bastante minha atenção.
  Os irmãos são repletos de intrigas e assuntos inacabados entre si, algo que é desenvolvido de forma progressiva durante os episódios. Colocam também um pequeno toque cômico que deixa a série bem mais interessante, até mesmo em personagens que estão tentando afetar a família, como Hazel e Cha-cha.



  A animação foi se diluindo aos pouquinhos quando cheguei pela metade, devido enredos prevísiveis e entruturas narrativas consideradas clichês. O que me prendeu mesmo foi a boa construção dos personagens, principalmente a evolução de Quatro durante os episódios, já personagens como Vanya e Luther se mostravam infinitivamente confusos em relação a todos os aspectos de suas personalidades.
  Lembrando que a trilha sonora me deixou completamente entusiasmada e tive que procurar playlists no Spotify depois de maratonar.


   Ainda assim, uma série perfeita para quem não tem nada para assistir no momento. São dez episódios de em média 50 minutos (com uma segunda temporada confirmada!), e uma qualidade  de imagens e efeitos que não deixam a desejar (até aspectos bizarros como um macaco mordomo tornaram-se normal no contexto).


 ðŸ’–💖💖💖💔 (4,5)





  Já assistiram? Me contem o que acharam do post! Caso tenham gostado da resenha, posso torna-las mais frequentes novamentes por aqui! Beijão!

5 de ago de 2019

Ei, eu Tive um Aniversário Surpresa





  
  É louco porquê sempre fui o tipo de pessoa que vive a vida, mas pensa que ninguém importa. Eis que na véspera do meu aniversário entro em uma discussão com meu amigo:

 "Nossa Thayline, você é muito dramática"

 Foi depois dessa frase que mil coisas passaram pela minha cabeça, e, apenas uma delas fez sentido: 

 "Eu acho que não".

 Dois segundos depois, me veio uma breve lembrança do dia anterior, quando disse que queria comprar um cupcake com preguiça de comprar um bolo, mas não iria porquê açucar faz mal. Contraditório.

  Não é drama, é incerteza sobre o mundo. Pensando na vida eu cheguei a conclusão que sou praticamente uma velha: daquelas que duvidam do seu pontencial. Não que tenha algo contra a idade, mas acredito que os anos te amadurecem, e com eles, uma pessoa mais duvidosa quanto as amizades e mais insegura quanto a quem pode contar. Eu sou esse tipo de pessoa (só que sem a parte de infinitos anos de sabedoria de monge). 

 Pouco depois, recebi alguns convites de coisas pra fazer no meu aniversário e estava decidido: eu iria assistir Barbie. Preparei minha agenda e deixei tudo arrumadinho para ter uma tarde de filmes interminável junto aos batidos 16 anos: nossa, que clichê.

  Chegando na casa da minha amiga, abro o portão da casa dela e me preparo para tomar um copo de água (?), então ela olha nos meus olhos e diz: "eu fiz um bolo para você" minha única reação foi dar pulinhos feito menininhas de 6 anos quando ganham chicletes em máquinas de bolinhas aleatórias e minha única reação foi gritar "nossa, mas eu ia comprar um cupcake" e eu realmente ia. O fato é que não era só um bolo, era a prova que eu tinha amigos que de fato se importavam comigo a ponto de gastar o tempo fazendo um bolo.

 Virei rapidamente a cabeça pra janela em uma giradinha e ela disse "olha pra frente, tem docinho também" corri pra mesa e quase morri do coração quando escutei meus amigos gritando surpresa. O fato é que: talvez possa ser drama, insegurança ou apenas um sentimento de incapacidade, mas jamais esperava que pessoas preparariam algo para mim (faz sentido isso?), tanto que ainda não acreditava que minha família tinha feito no ano anterior (tinha ficado bastante grata). Isso me deixou bem feliz em um looping ao mesmo tempo: no ano anterior, jamais esperaria que conheceria tanta gente legal. Talvez não nós falemos mais depois que o ensino médio acabar? Talvez. Mas posso afirmar que embora a correria, recuperação e dúvidas, eu realmente passei momentos bem legais, e aquele UNO (que quase taquei na cara dos meus amigos idiotas) era a prova daquilo, junto a minha incrível imitação de um guarda roupa no jogo de mímica.

Nossa!

4 de ago de 2019

Eu Acho que Alguém Está Ficando Mais Velha

 Como costume, todo ano faço um post no dia do meu aniversário. É meio louco, porquê, conforme os anos passam, eu percebo o quanto é comum ter crises de "Eu não sei que rumo tomar para a minha vida". 
 Mais surpreendente ainda era saber que duas semanas atrás estava sentada em uma sala cheia de desesperados (todos estavam) prestando vestibular: e eu passei. Não que faça diferença, o preço da mensalidade é beeem longe dos meus planos.
  Esse blog acompanhou literalmente todas as minhas mudanças nos últimos 4 anos e é demais pensar que todo esse tempo passou.


-*-
  Arrumei cachorros, tive perdas, aprendi a andar de ônibus, metrô, viciei em filmes da Marvel, séries da Dc, aprimorei meu gosto musical (que em 2016, se resumia em Demi Lovato) e cá estou.
 Acho o fato de fazer aniversário uma coisa bizarra. É algo completamente abstrato, como se fosse um reloginho sussurando "ei, o tempo tá passando, o que você fez?". O mais louco de tudo é que os sonhos vão se esfarelando e metas como "ser uma hairstylist" do meu eu de 8 anos e ficar fluente em 5 línguas, do meu eu de 11, vão se tornando cada vez mais distantes.
 Eu não sei quem eu sou. Acho que estou me aprimorando, talvez. Eu não sou a mesma de 5 anos ou 6 meses atrás, tudo muda, e isso é um pouco louco demais para meu cerébro absorver. 
  Claro, certas coisas criam sua essência e não mudam nunca: cantar Singing In The Rain quando chove, tomar sorvete de Ovomaltine em dias repetitivos, ir no cinema toda semana e ficar de moletom o dia inteiro. É muito estranho como pequenos detalhes vão se absorvendo a você, como raízes de uma árvore muito antiga (estilo aquelas que tem nos filmes do ursinho Pooh).
   Lembro que fiz um post que era uma "carta para meu eu do futuro", acho que a hora de ler chegou - está aqui no blog para quem quiser - mas vou deixar para o ano que vem para ter uma adrenalina maior.
  Eu sempre fui péssima para falar de mim. Sabe horrível? Então. Eu sei escrever sobre comer uma maçã, mas não me peça para me auto definir. Agora... Sabe o que é pior? Me colocar para criar metas. O mais louco de tudo é que tô no auge da vida em que preciso fazer os dois. Eu acho que alguém está ficando mais velha.

Escrevi ouvindo - Say Something


29 de jul de 2019

Resenha - É, Eu Assisti Rei Leão ~ 2019 (Sem Spoilers)


 "Nada novo por trás do sol". Foi esse ditado popular que veio a minha mente assim que me levantei para sair da sala de cinema quando os créditos de Rei Leão estavam passando. Talvez seja a imagem paradisíaca que tenha feito essa frase vir a tona? Talvez, só sei que esperava algo completamente diferente.
  Assim que o trailer lançou e fui bombardeada de expectativas de inúmeros amigos que esperavam por esse momento e tratavam segundos de trailer como o bem mais precioso que possuiam (talvez estaria nesse grupo), que nem quando surgiu "Procurando Dory": "Rei Leão" estava por vir. Teorias foram criadas que nem os planos do Cebolinha de "Turma da Mônica", ninguém tinha ideia do que esperar e depois dos últimos "live-actions" as expectativas estavam insupriveis. 


  Eu gostei do filme. Não acho que tenha passado a emoção suficiente para me fazer amar, já que na versão de 1994 eu chorei desesperadamente. Embora sejam tempos diferentes, esperava que acontecesse o mesmo. Levem um conselho: apaguem a última versão da mente de vocês e vá um ideial do filme de uma tela em branco, podem ter certeza que assim vão adorar (é como se não tivesse nada surpreendente no roteiro - a cópia do antigo - em versão do Animal Planet).
  Não me levem a mal, mas o que me chateou foi a falta de emoção, eu sei que era para ser uma versão mais "real", mas convenhamos: os animais falam. O que custa ter uma lágrima deles aqui ou ali? Simba (triste/sorrindo/com raiva):


  (Vou confessar que a dublagem do Simba adolescente estava insuportável, quando cantava era menos, mais ainda assim tava meio nha).
  Como contraponto, a qualidade estava incrível, estava muuuito real, as músicas trouxeram uma grande nostalgia e tudo parecia ter saído de um documentário de animais (juro, até as voadas de pássaros), e o roteiro segue exatamente o primeiro filme (o que pode ser uma faca de dois "gumes").
  O certo é: vá sem expectativas, assim, quem sabe se surpreenda (a qualidade por si só já vale o preço do ingresso): afinal, é REI LEÃO. Só de ver Timão e Pumba mais uma vez, já fiquei simplesmente grata.

💖💖💖💔💔 (3,5)

 Assistiram? O que acharam do filme? 
Isso foi apenas o que eu achei, então não me matem hahah.
Beijão!